5 de novembro de 2011

Compromisso: Inicia a 2ª etapa de vacinação contra a Febre Aftosa



Se iniciou nesta terça-feira (1º de novembro) a campanha nacional de vacinação contra a Febre Aftosa. O objetivo é vacinar cerca de 4 milhões cabeças de bovinos e búfalos com até dois anos de idade. Na primeira etapa, no mês de maio, foram imunizados 95% das cerca de 14 milhões de cabeças de todas as idades. O percentual mínimo exigido pela Organização Mundial de Saúde Animal é de 85% dos rebanhos cobertos por vacina.
A secretaria estadual da agricultura do Rio Grande do Sul pede que os produtores façam a vacinação para evitar a entrada da doença no Estado. Será reforçada a fiscalização já que foram descobertos alguns focos da doença no Paraguai, país vizinho.
Alguns técnicos terão que retornar para fazer a campanha de vacinação nos seus municípios de origem. O Exército Brasileiro e o Departamento de Defesa Agropecuária montaram um esquema especial para a manutenção do trabalho de defesa o qual já vem sendo de forma sucedida na região entre Garruchos e Barra do Guarita na região noroeste do Rio Grande do Sul.





Mais de mil funcionários, entre veterinários, técnicos agrícolas e auxiliares técnicos foram mobilizados para esta etapa, que se estende até o dia 30 de novembro. Os produtores enquadrados no Pronaf com até 50 animais podem solicitar a vacina diretamente na inspetoria veterinária do seu município. Os demais devem adquirir o produto em agropecuárias credenciadas.




Fonte: RBS

3 de novembro de 2011

Controle periódico eficiente de parasitas no gado leiteiro é garantia de qualidade com produtividade

Acompanhando o ritmo crescente e constante da produção leiteira do Brasil, a Merial trás ao produtor de leite de todo o país o Eprinex Pour-On para bovinos, um produto consagrado mundialmente devido as suas características incomparáveis de grande eficácia endectocida e sem carência nenhuma para consumo de leite e carne. Ou seja com descarte zero de leite dos animais tratados, o que hoje é uma exigência mundial dos mercados consumidores, a ausência de resíduos farmacêuticos em produtos lácteos.
O Eprinex contém Eprinomectina a 0,5%, um novo princípio ativo endectocida, único no Brasil, com ampla capacidade de ação, uma alta potência e persistência no controle de importantes parasitos, oferecendo mais saúde aos animais e consequentemente o aumento da produtividade do rebanho leiteiro e sem resídual no leite dos animais tratados. A ação endectocida do Eprinex controla parasitas internos e externos: vermes redondos gastrintestinais e pulmonar; berne; sarnas sarcóptica e corióptica; piolhos sugadores e mastigadores; moscas dos chifres e auxiliar no controle de carrapatos.
Com relação aos ectoparasitas, nessa época do ano o desafio por bernes, piolhos, ácaros das sarnas e miíases, devido ao aumento das temperaturas e condições de umidade principalmente no sul do país se acentua. As infestações de moscas do chifre e insetos hematófagos são outros fatores agravantes nos rebanhos leiteiros, os quais são importantes vetores de doenças transmissíveis como é o caso da Stephanofilaria sp. o agente causador da Estefanofilariose, uma doença em forma de lesões ulceradas circulares na região do úbere e algumas extremidades do membros de vacas leiteiras, com aspecto repugnante e mal cheiroso muito comum nessa época do ano transmitida pela mosca do chifre. Essas lesões recorrentes bem como o estresse proporcionado pela infestação das moscas do chifre em rebanhos leiteiros confinados ou a pasto, proporciona uma considerável queda na produção leiteira desses animais acometidos. O Eprinex age com grande eficácia no controle de reinfestações dessas categorias de ectoparasitas nos rebanhos, devido a sua ação larvicida a qual impede o desenvolvimento de novas larvas acabando por interromper o ciclo desses parasitas externos controlando novas infestações.


A ação do Eprinex em endoparasitas: verminoses gastrointestinais e pulmonares, é igualmente eficaz a sua ação em ectoparasitas. As vacas que se encontram no periparto (período pré-parto e imediatamente pós parto), sofrem um relaxamento imunológico, ou seja uma baixa na sua imunidade, ficando mais suscetíveis a ação, de endoparasitas, sendo assim indispensável um tratamento de grande eficácia e com o mínimo de estresse a esses animais nesse período, pois o estresse também é um fator desencadeante para a baixa da imunidade das vacas leiteiras, aumentando assim o intervalo entre partos e diminuindo a eficiência reprodutiva da propriedade.


A vaca leiteira sofre grandes desafios em alguns estágios de sua produção afim de manter o seu escore de condição corporal e a manutenção de seu sistema imune. Porisso pensando nesse períodos de maior desafio, é recomendável seguir o protocolo abaixo, garantindo assim o máximo de condição aos animais durante esses períodos de maior desafio:


1- Tratar as vacas na secagem com Ivomec Pour –On ou Ivomec injetável;
2- Tratar as vacas na entrada da linha de ordenha com Eprinex.
3- Tratar as vacas em lactação com Eprinex aos 45 a 60 dias pós-parto ou quando o escore corporal estiver baixo ou visando o controle de endo e ectoparasitas (controle da mosca do chifre, e auxiliar no controle de carrapatos).
4- Realizar biocarrapaticidograma a cada 4 meses e controle estratégico integrado do carrapato com base nos resultados do exame.


O Eprinex dispensa agulhas, pois a sua aplicação é feita pelo método Pour-On na dose de 1mL para cada 10 kg de peso vivo, onde o produto deve ser aplicado sobre o lombo do animal da altura das cruzes até a articulação lombo sacral. Acompanha junto ao produto um copo aplicador exclusivo que facilita a sua aplicação evitando desperdícios e doses abaixo do recomendado pelo peso do animal.
Além dos vários benefícios proporcionados pelo Eprinex para a saúde das vacas leiteiras através de sua formulação exclusiva no Brasil, outros benefícios diferenciais são oferecidos ao produtor de leite: alta segurança para o aplicador; resistente a chuvas devido a sua formulação; rápida penetração na pele do animal sem reações locais no ponto de aplicação; não sofre influencia do sol e calor na eficácia do produto nem na saúde da pele dos animais; aplicação sem dor e sem estresse aos animais; produto seguro para animais de qualquer idade, sexo e fêmeas prenhes.
Os benefícios do Eprinex nas vacas leiteiras é nitidamente percebido pelo produtor devido ao aumento da produção de leite nos animais tratados; sem descarte nenhum de leite das vacas tratadas; custo acessível por vaca tratada; economia de mão de obra devido a facilidade de aplicação; sem estresse aos animais além da diminuição do intervalo entre partos; menor número de serviços (inseminações ou coberturas) por fêmea prenhe, ou seja: o Eprinex é a garantia de qualidade com produtividade.

30 de janeiro de 2008

Rio Grande do Sul: Um futuro centro leiteiro no cenário mundial



O incentivo mundial dos países desenvolvidos (Estados Unidos, Grã-Bretanha, Alemanha) e dos países em desenvolvimento (China e Índia), aliado a queda dos estoques da União Européia, além das secas na Austrália e da quebra de produção na Argentina e Nova Zelândia, estão criando um novo cenário mundial, em que o leite em pó passou de US$ 2.200 para US$ 5.500/ a tonelada. Em função disso as perspectivas de aumento de produção começam a se voltar ao Brasil, já que os Estados Unidos não devem aumentar mais do que 1%, por conta do aumento do preço do milho devido a produção de etanol. A União Européia, o maior membro do comércio internacional, com a queda dos subsídios e restrições ambientais não conseguirá incrementar a produção, e a Austrália está envolta em secas constantes. A Argentina e a Nova Zelândia não devem produzir o suficiente para fazer frente à demanda que avizinha. Dessa forma os preços devem permanecer estáveis e o Brasil que já atingiu a auto-suficiência deve se tornar o novo e maior exportador de leite. A invasão da cana para produção de álcool nas maiores bacias leiteiras do país, associada às condições oferecidas pelo Rio Grande do Sul (mão-de-obra, clima, tecnologia, pastagens e grãos), transformará o estado em curto espaço de tempo, no maior centro leiteiro. Os investimentos já estão em andamento e assim um novo cenário está surgindo definitivamente.
Um exemplo de um produtor da região do Planalto Médio (Região de Passo Fundo-RS), que reserva pouco mais de 60 hectares para a pecuária leiteira e criação de búfalos, avalia que a produção nesta área representa uma renda superior a 360 hectares cultivados com soja. Ele gera seis empregos diretos e poderia ser nove, se tivesse encontrado trabalhadores com o perfil necessário à atividade, recebendo acima de dois salários mínimos.

Diante deste novo cenário é importante dizer que uma verdadeira reforma agrária deveria se basear numa nova política agrícola, que possa permitir investimentos de longo prazo, possibilitando assim a busca melhor de soluções para as adversidades climáticas sazonais e garantindo de vez um mercado internacional e competitivo aos nossos produtos.